O sentido do dinheiro.

Esse post nasce da minha sessão de meditação de hoje. Então, qual o sentido do dinheiro?

Esses dias tenho pensado sobre a situação político-econômica do Brasil. Sobre o que pode acontecer com nossas poupanças… sobre o que fazer para reduzir a vulnerabilidade diante desse cenário de incertezas…

Em geral eu sempre me culpo por não cuidar bem o suficiente de minhas próprias economias. De meus próprios recursos.

Eu curto assuntos que envolvem economia, mercado, finanças… mas eu tenho a maiorrrrrrr preguiça de ficar ligada nos fatos e ficar gerindo minhas economias… affffff Preguiça do mundo inteirooooo… eu sinto uma agonia até escrevendo sobre isso. Affff.Read More »

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Eating or creating?

I don’t know if it happens with a lot of people, but for me it is becoming almost impossible to eat while I am working. And also to eat when I am about to work.

I can not focus well on what I am doing. I feel that I am not giving my maximum because I have to divide the attention between eating and working (writing, reading, programming, thinking, feeling the creation). And I am arriving to a point where I really ponder if it is worth to eat considering how concentrated I am in my work and what I could get done if only I would not stop to eat in that specific moment.  My approach is to stop and imagine the potential outcomes of both choices. Sometimes I do prefer not to eat.

I am arriving to a point where I feel relief every saturday because I know the next day is Sunday – my fasting day – and I know I will be able to have a lot of work done simply because I will not have to bother with eating. It is just keeping hydration with water and focusing on my writing, reading, thinking, modeling, meditating… (Omg. It is such a relief…)

The thing is that I like to eat. I like to feel the food flavour in my mouth. I feel pleasure through the flavour of food and the sensations that eating makes me feel. So, it works like a scape from the problems. From the “to do’s”. And as such, many times I overeat. Not to think. Not to worry. To feel so overwhelmed that there’s no space for my existential issues…

But also, it lets no space for my creativity either. Read More »

O conflito entre a sagacidade e o coração

Foi depois que me mudei para o Rio, em 2011, descobrir o que era ser sagaz (ou melhor ser sagaiXXXX). Se esperta. Ser ligada. Saber como levar vantagens em todas as situações…

Enfim, depois de anos lá vivendo eu tenho de confessar. Essa sagacidade não faz parte de mim. Não dessa forma.

Para mim é um esforço tremendo ficar pensando em como fazer as coisas da maneira que melhor me beneficie sempre. Entro num conflito interno que só Krshna na causa!!

Muitas vezes tolho o que flui naturalmente por medo de não estar sendo sagaixxxxx. De estar dando as coisas de mão beijada. E aí eu me entupo. Pq apesar de evitar um momento de falta de sagacidade, eu não crio. Eu me sinto literalmente entupida!! Igual um cano cheio de alga que impede a água de passar. Uma bosta (ou bosta msm!! hahaha).

Enfim, e na vida acadêmica a merda é a mesma. Tenho um blog, gosto de postar coisas interessantes nele. Gosto de fazer pesquisas e colocar aqui, mas na primeira vez que fiz isso pra valer, veio um amigo indiano falar que eu estava dando várias temáticas de pesquisa de graça para as pessoas. Que eu mesma poderia realizar as pesquisas. Que eu poderia lucrar mais se eu não compartilhar a informação no blog. Q bosta. O resultado, tirei a publicação. Não publiquei aqui e nem publiquei em lugar nenhum. Pronto. A merda do conhecimento ficou estagnado. Pronto. O universo não se expandiu. Nem eu lucrei. Nem ninguém.

O que estou vendo é que manter essa mentalidade não me ajuda!

Eu estou em constante expansão. Em constante desenvolvimento. O que escrevi hoje talvez não seja o que eu queira me dedicar amanhã. A vida segue. A vida muda o tempo inteiro e eu mudo com ela. Eu tenho uma inspiração num momento e aí não faço nada com isso. Ou tolho e escrevo só algumas ideias para mim num caderno e aí pronto. Fica o negócio só para mim. A questão é que eu também tenho outras coisas para focar, mais prioritárias e muitas vezes ideias legais não vão para frente simplesmente porque eu vibrei na escassez.

Isso não tem nada a ver cara. O universo é super hiper mega abundante. E cada um está aqui para seguir seu próprio propósito que é diferente do de todas as outras pessoas. Há espaço para todos. E todos brilham em algum momento. Essa é a vida.

Estou cada vez mais vibrando no fluir. No criar sempre. No “lose you mind and come to your senses”… Esse negócio de ficar ponderando tudo é um saco. E não ajuda a criar o fluxo de criação constante.

Eu tenho de criar para errar e para aprender e para depois poder acertar. Se eu não criar. Se eu não expandir, se eu não experimentar, como é que eu vou aprender? Como é que eu vou evoluir?

Eu hein.

Ps.: E se alguém se der bem com alguma ideia que eu tive, Ótimo!!! Riqueza é isso!

Sobre eu nao consigo parar

A minha racionalidade é tanta que eu sempre vivi tentando dosar tudo. Até meus sentimentos. Até meus pensamentos. Minhas ações. Para tudo eu tinha uma noção racional de um nível ideal. Mas acontece que um tal de Jeremias traficante de renome apareceu por lá… hahaha essa música veio. Músicas vêm o tempo inteiro.

Voltando ao texto. rsrs

Mas acontece que agora eu realizo que não há sentido em dosar-se. Em racionar-se. Para quê minha gente?

Eu tenho um poder criativo tão grande. Imenso. Mal cabe em mim. Sempre pensando. Sempre criando. Sempre tendo ideias. hahahah afff nossa senhora. E eu fico dosando. Triando. Dosando triando. Só expresso até isso de sentimento. Mais que isso é exagero. Só escrevo até essa quantidade de textos sobre determinanda coisa. Mais que isso é exagero. Como assim??? Como assim viver tolhendo-me?

Outro dia eu estava escutando Ralph Smart falando sobre um pé de … esqueci o nome da arvore. Mas o ponto é que, vamos lá uma árvore majestosa como a araucária. Ela não se reprime dizendo “´Ai eu vou crescer e vou dar frutos mas só até essa determinada altura. ais que isso é exagero.” Não! Ela vai e cresce e se torna mais maravilhosa a cada dia. Alcançando sua máxima exuberância possível. É isso!!! E vim para esse mundo sob o mesmo princípio da araucária!! Ela linda, abundante, magnífica e não economia nos frutos que dá.

Nesse meu processo de cura. De resgate da minha essencia infinita. Estou percebendo que eu sou como uma araucária. Eu sou. Eu sou. Eu sou Eu sou Eu sou. Eu faço. Eu crio. Eu vou. Eu volto. Eu corro. Eu patino. Eu danço. Eu escrevo. Eu trabalho. Eu estudo. Eu crio. Eu medito. Eu beijo. Eu celebro. Eu rio. Eu choro. Eu durmo. Eu acordo. Eu me entrego.

E sendo tudo isso. E fazendo tudo isso. Eu me integro. Me integro com minha real natureza. Com minha essência profunda.

Não importa o que pensem. O que falem. Eu sou uma força da natureza.

Abundante e infinita.