Eating or creating?

I don’t know if it happens with a lot of people, but for me it is becoming almost impossible to eat while I am working. And also to eat when I am about to work.

I can not focus well on what I am doing. I feel that I am not giving my maximum because I have to divide the attention between eating and working (writing, reading, programming, thinking, feeling the creation). And I am arriving to a point where I really ponder if it is worth to eat considering how concentrated I am in my work and what I could get done if only I would not stop to eat in that specific moment.  My approach is to stop and imagine the potential outcomes of both choices. Sometimes I do prefer not to eat.

I am arriving to a point where I feel relief every saturday because I know the next day is Sunday – my fasting day – and I know I will be able to have a lot of work done simply because I will not have to bother with eating. It is just keeping hydration with water and focusing on my writing, reading, thinking, modeling, meditating… (Omg. It is such a relief…)

The thing is that I like to eat. I like to feel the food flavour in my mouth. I feel pleasure through the flavour of food and the sensations that eating makes me feel. So, it works like a scape from the problems. From the “to do’s”. And as such, many times I overeat. Not to think. Not to worry. To feel so overwhelmed that there’s no space for my existential issues…

But also, it lets no space for my creativity either. Read More »

The sugar and ethanol industry in Brazil

 

This post is aimed at understanding the structure of the sugar and ethanol industry all over the world with a more focused gaze in Brazil. The question on my mind is: what if we go increasing resolution from the global level to the local level (in Brazil)? Ok. First we will start with the sugar production (click the image to go to original website).

sugar-production-2009-2017
Source: Statista (click on the image)

From the 195 countries in the world today(1), 121 produce sugar. What is the role played by Brazil in this market? And what are the consequences for the smaller producers? These and other questions are going to be discussed here, beginning with this post.

Here is the world (click the image to go to original website):

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Unstoppable: swimming in my own lane.

I am finally realizing why did it take so long to me to enter in this “always creating” mode. I just can not help it. The ideas come. And they keep on coming. And I am always excited. And wanting to spread them to all over the world.

I am sat in the toilet and just can not stop writing. Thinking. Creating.

My whole life is a quest – just like everyone else’s is. But now I finally have found what I was looking for. I have found myself. I have found my love.

As a “black woman”, I was raised to be “the best” (in comparison with whom??). As an “engineer” I was trained to be efficient and profitable. But as a human (and infinite) being I am learning to be myself. I do not have time to lose.

I am seeing that the state of the world today is simply the product of our disconnection from ourselves. From our inner self, our true authentic being, and our true and unique nature.

Humanity has bought the scarcity and separation discourse. And it has been plunged into suffering and fear ever since.Read More »

O conflito entre a sagacidade e o coração

Foi depois que me mudei para o Rio, em 2011, descobrir o que era ser sagaz (ou melhor ser sagaiXXXX). Se esperta. Ser ligada. Saber como levar vantagens em todas as situações…

Enfim, depois de anos lá vivendo eu tenho de confessar. Essa sagacidade não faz parte de mim. Não dessa forma.

Para mim é um esforço tremendo ficar pensando em como fazer as coisas da maneira que melhor me beneficie sempre. Entro num conflito interno que só Krshna na causa!!

Muitas vezes tolho o que flui naturalmente por medo de não estar sendo sagaixxxxx. De estar dando as coisas de mão beijada. E aí eu me entupo. Pq apesar de evitar um momento de falta de sagacidade, eu não crio. Eu me sinto literalmente entupida!! Igual um cano cheio de alga que impede a água de passar. Uma bosta (ou bosta msm!! hahaha).

Enfim, e na vida acadêmica a merda é a mesma. Tenho um blog, gosto de postar coisas interessantes nele. Gosto de fazer pesquisas e colocar aqui, mas na primeira vez que fiz isso pra valer, veio um amigo indiano falar que eu estava dando várias temáticas de pesquisa de graça para as pessoas. Que eu mesma poderia realizar as pesquisas. Que eu poderia lucrar mais se eu não compartilhar a informação no blog. Q bosta. O resultado, tirei a publicação. Não publiquei aqui e nem publiquei em lugar nenhum. Pronto. A merda do conhecimento ficou estagnado. Pronto. O universo não se expandiu. Nem eu lucrei. Nem ninguém.

O que estou vendo é que manter essa mentalidade não me ajuda!

Eu estou em constante expansão. Em constante desenvolvimento. O que escrevi hoje talvez não seja o que eu queira me dedicar amanhã. A vida segue. A vida muda o tempo inteiro e eu mudo com ela. Eu tenho uma inspiração num momento e aí não faço nada com isso. Ou tolho e escrevo só algumas ideias para mim num caderno e aí pronto. Fica o negócio só para mim. A questão é que eu também tenho outras coisas para focar, mais prioritárias e muitas vezes ideias legais não vão para frente simplesmente porque eu vibrei na escassez.

Isso não tem nada a ver cara. O universo é super hiper mega abundante. E cada um está aqui para seguir seu próprio propósito que é diferente do de todas as outras pessoas. Há espaço para todos. E todos brilham em algum momento. Essa é a vida.

Estou cada vez mais vibrando no fluir. No criar sempre. No “lose you mind and come to your senses”… Esse negócio de ficar ponderando tudo é um saco. E não ajuda a criar o fluxo de criação constante.

Eu tenho de criar para errar e para aprender e para depois poder acertar. Se eu não criar. Se eu não expandir, se eu não experimentar, como é que eu vou aprender? Como é que eu vou evoluir?

Eu hein.

Ps.: E se alguém se der bem com alguma ideia que eu tive, Ótimo!!! Riqueza é isso!

Changing for living food

I can feel the vitality running through my veins.

I started to eat more living food this week, I now I feel that my energy never goes off. I do not know if it is causality. But this was the only significant change that happened in this week. After eating “living bread” at night I just feel I can work all night long.

I have seen some videos about people that have a living food-based diet. They say that it potentializes the vital energy of the food around 20000 times. I do not know the source of this number, but I do want to check it out with my own experience.

Let’s see…