They know it all

When I went to The Netherlands, I expected to find people dumb on the human side. Unskilled to understand “real life” problems. Lost in their paradise of dignity and life quality. But I was chocked to experience exactly the opposite. They knew it all. About emotions, about human fragility. About stress. About science. It was like if they were ages ahead of Brazilian society, as here we still are struggling to make social burdens as racism, sexism, depression, stress, pollution taken really seriously but the government and institutions like the academy.

My persception is that they somehow overcame this stage where we find ourselves now to build a society were people look at themselves in the eyes. Where people smile at you in the stores, in the streets, in the parks. Where people do not ask you “why not?” if you say you do not want to do something. They will simply say “ok”. They understand that you know more about yourself than anybody else and then that you know better what you need.

Also, it doesn’t matter how inteligent you are or are not. How boring you are or are not. People will always treat you with respect. They will talk to you respectfully and listen well to each word that leaves your mouth. Even if the do not understand it. They will listen and smile. They will point out the positive aspects of your presentations. They will make interested questions on that one thing that they found valuable in your work.

What a life experience.

It seems to me that they have a deeper notion of what being human is all about, so that they do not take that so seriously. They are aware of the ups and downs. They are aware that the world goes around. That anything can happen and that nothing is the end of the world. And that life is not only work.

I then slipped on my sandals of humility, and I became eager to learn as much as possible from them.

We are the wasted. Deluded by the need to be better than the other and worst: that to do so we need to undermine the other. Enprisioned in a slave mindset, believing we need to suffer to thrive. And believing in punishment as a mean to education…

… when all we need is love.

 

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Redemption post

Dear I.

I know that I could have done a much better job there. But I was not aware that I could make mistakes. I was not aware that would not be judged. I was not aware that you consider the PhD research a continuous work in progress where supervisors and colleagues are there to support each other. I was not aware of that.

In my mind I had to be perfect. In my mind my mistakes and limitations would be highlighted and derided. I did not know that I do not need to do all the effort by myself. I did not know that I could be honest in terms of what data I had and what informations I knew. I was convinced that if I said the truth you would despise me. And I could not bear it. I thought that pretending everything was alright and that I had everything under control was a better alternative than being honest.

But now I see how misguided I was. Totally. I was not conscious about how light life can be. I was so ingrained in the “life is a struggle” mindset that I could not even imagine that there was an alternative to lying, pretending, evading… that I could live without fear and without the weight of perfection. I ccould simply arrive and say: “Look, I know you have a lot of expectations on me, but I have to be very honest with you: I do not have enough data, I just did one field research, I do not know what else can be done. I need help. I came here looking for help on how can I give an end to this PhD. I apologize for that. But this is all the truth. I just have some unstructured data. I do not have enough contacts in the region. I do not know how to approach them. Because in this stage of things I do not believe in my work anymore. So I will be very thankful if you can give some advice, guidance and support. I am kind of lost. All this strength and pride that I seem to have are merely a protective shell. In the inside I am lost and vulnerable.”

Could I really have done that? I don’t know. I think that by that time I was still not aware of all of that. And I did not know how to be honest in the professional sphere. I have always lived with fear of losing what I had – job, prestige, respect… I have always lived in fear of being judged as dumb, as weak, as incompetent. And what I would be if that happenend?

In my mind?

I would be nothing.

I kept hanging on the belief that my survival dependend on my professional attributes. So that without them, I was nothing. I would not live well. I would feel ashamed and inferior.

But now… now… after all this pretending fell to the ground. Now that tI achieved the bottom of the well of professional shame, now that I have chosen to look for the source of it deep withing myself. Now. I know. Now I know that there is nothing more valueable in life than the peace of mind, heart and soul. Being in peace. Feeling at peace.  Living life at ease. This is treasure. This is sacred. This is all.

The fear of judgement do not compare with the peace of a light heart.

Namaste.

Tudo é caminho

Eu não preciso resistir a nada. Tudo é caminho.
O que sabe minha inteligência pouco sábia…
Nem um tiquinho.

Eu não preciso saber. Eu só preciso fazer.
Ler os sinais.
Consciente de que sou capaz.
E num estado inabalável de paz.

Lançar-me aa vida que me dança.
Seguir os passos dessa dança.
Deixar-me ser sua criança…

O que eu sei?
Apenas que eu nunca saberei.
E que mesmo assim seguirei
Sem resposta certa quando me perguntarem “Para onde ireis?”
Mas com a certeza de que um dia apenas Luz eu serei.

Como eu parei de “forçar a barra”

Eu não forço mais a barra para nada.
Não preciso agir com esperteza com o intuito de levar vantagem.

Hoje eu sei que tudo que é para mim vem naturalmente. Mesmo que a princípio pareça pouco provável. Acho que vou colecionar os exemplos e colocar aqui.
Um deles foi quando eu trouxe o creme de minha irmã para casa de meus pais semana passada e ela falou que iria levá-lo de volta. Quando ela estava se arrumando para viajar, pensei que, espertamente, eu poderia não lembrar a ela do creme e, como ela geralmente esquece das coisas, o creme ficaria para mim. Mas não. Imediatamente pensei que não preciso disso mais. Que agindo com integridade e sem forçar a barra, eu poderia ficar com o creme. E se não ficasse, tudo bem. A vida me dá naturalmente o que eu preciso e me livra, também naturalmente, do que eu não preciso. E assim foi… Avisei a minha irmã para ela não se esquecer do creme. E ela falou:”É verdade!”. E pronto. Fiquei tranquila. Aceitando que teria de usar outro creme.

No outro dia, antes de ela ir embora, ela solta um: “Eu vou deixar o creme aí pra você.” E assim o fez. E estou usando o creme. E não precisei agir com sagacidade. Com esperteza. Não precisei forçar a barra.
E assim tem acontecido com inúmeras coisas.

O meu primeiro impulso sempre é agir como se eu vivesse na escassez e precisasse usar da esperteza para o tempo todo pensar em maneiras de estar numa melhor… de levar a melhor. No “modo sobrevivência”. Sempre alerta a possíveis ameaças ou possíveis oportunidades. Mas de um lugar de falta. De um lugar de competição. De um lugar de inquietação.
Mas logo em seguida eu reconecto com a sabedoria universal. A consciência da unidade. A inteligência primordial que tudo rege. E relembro que eu não preciso agir com sagacidade. Com tensão. Eu posso agir com sinceridade. Com honestidade. Com integridade. Com amor.

Relaxadamente.

Eu tudo que for para ser meu será.

O lema é:
Aja com os outros da maneira que você quer que os outros ajam com você.

Instead of whatsapp. Create

I have been running from the writing lately. Running from myself.

Thinking about the writing as something that take my time from work. Because I lose myself when I am typing these words. My word become only me and the computer.

But what I realize is that I spend my time “off” checking constantly the whatsapp, facebook and instagram. Seeing if someone else liked my videos or if someone has sent me a new message… what a waste of time. But it is ok. Everything comes as a lesson in life. And now I see that I use my time much more wisely if I simply give myself up to who I really am. It much more fuIfilling and does not create anxiety.

So, if I am feeling like giving a break, I just have to come to myself, my thoughts and my feelings and let them speak through my fingers.

Step 1: Remove the blog page from the sites to be blocked while I am working. 🙂

Template para tese da Coppe/UFRJ em Latex

Ola gente, alguns ja conhecem o portal do projeto Coppetex (http://coppetex.sourceforge.net/download.html).

coppetex-logo

So que os arquivos atualizados do template nao estao disponiveis no site. Eh preciso clicar no link downloads archive para acessa-lo (coloquei link direto para o site dos arquivos, assim como esta no portal Coppetex). Esse post visa criar um caminho adicional para acessar essas informacoes. Estou compartilhando porque bati um pouco a cabeca para conseguir encontrar os arquivos de 2016. Alias, gratidao aas pessoas que atualizaram 🙂

Beijos e sucesso. ❤

Quando bate uma sensação de poder

Eu posso tudo.

É a sensação que corre em meu corpo nesse momento.

Tenho vivido dias em que alterno entre a consciência de que estou fazendo o que posso e as sensações de angústia, incerteza, desmotivação, medo do fracasso e medo do julgamento alheio.

Nesse preciso momento me veio a constatação de que eu não preciso do doutorado para concluir o projeto que estou realizando. Que eu posso viajar. Fazer meus trabalhos de campo. Minhas pesquisas, entrevistas e cálculos sem necessariamente estar associada a um doutorado. O que me impede?

Junto com essa constatação veio a percepção de que não preciso da permissão de ninguem para viver da maneira que eu quiser. E de que tenho inteligência suficiente para fazer da minha vida  o que eu bem entender. Basta eu querer. O segredo esta em eu saber o que eu quero. Ou pelo menos em eu saber genuinamente o que preciso fazer no momento presente. Porque ultimamente a duvida é minha maior companheira. rsrs

Conheço melhor quem eu sou mas não estou certa de para onde vou.
Se eu for seguir a minha intuicao, largo tudo e me jogo na estrada. Só que sei que tenho uma missão. Eu não estou aqui por acaso. E não vim sozinha na vida (na real ng veio). Mas se eu estou aqui é pq é para eu estar aqui. Agora, se eu estou fazendo o que eu deveria estar fazendo e como deveria estar fazendo, já são outros 500.
Meu tesão pelo meu trabalho é ZERO. Na real não é zero. Eu curto o que estou fazendo. Mas eu tenho horror a fazer as coisas de qualquer jeito. Essa não sou eu. E no presente momento estou muito dispersa no mundo da minha espiritualidade para ter cabeça para fazer qualquer outra coisa. Estou fazendo as coisas de qualquer jeito. Sinceramente. E é difícil eu levar as coisas a sério desse jeito. Parece que eu sei que é uma brincadeirinha. hahahah Na moral. Porque com a vida que vivi. Com as coisas que realizei até aqui não é possível que eu vá concluir esse doutorado dessa maneira. huahuahauha Me dá vontade de gargalhar na moral.

Coisas importantes passam ao largo. Estou desatenta. Só vivo de risadas, música e diálogos. Sem levar nada a sério. Começando por mim mesma. rsrs
Vivo para sentir e me conectar com as pessoas. Amando. E só.

Bom, pelo menos agora estou num momento de poder. De despreocupação. Vendo que o problema é justamente eu me preocupar.

EU NÃO PRECISO ME PREOCUPAR. JAMAIS. Eu sou capaz de realizar o que eu quiser.

A preocupação é que é a fonte de meus problemas. Eu só preciso viver. Viver as experiências. Aprender. Crescer…

EU VIM PRONTA. NASCI PRONTA. VIVI PRONTA. E ESTOU PRONTA. SEMPRE.

Simbora.

Sendo assim…

Eu o amo…

E esse amor so tem a ver com o que vejo e sinto nele a partir do que eu trago em mim.

Sendo assim…

Eu nao preciso reagir.

Eu so preciso ser…

Eu nao preciso me afligir.

Eu so preciso entender…

Que o que me encanta nele ja existe em mim.

Assim como o que me incomoda nele tambem esta aqui.

Sendo assim…

Cabe a mim…

…nesse interim…

Apenas reconhecer, acolher, aprender e sentir. 🙂