We are all one

 

“Ateh o dia em que todos seremos livres”

“Ateh o dia em que todos seremos livres.” Essa era a frase no final do post da Anin Urasse, no qual ela relatava como foi a entrega dos livros da Assata Shakur na penitenciaria da Mata Escura, me Salvador-Ba.

Lagrimas vieram aos meus olhos. Ainda ha muito a ser feito. E cada um de nos tem um papel proprio nessa caminhada de libertacao.

A liberdade eh um direito de nascenca. Nascemos livros. No mundo. E no proximo segundo de vida nos encaixotam. Nos encaixotam numa raca, numa classe social, numa nacionalidade. Limitam nossa identidade.

Hoje estava escutando o Ralph Smart no Infinity Waters, e ele citou o Neil deGrasse Tyson, que nos atentou que cada atomo de nitrogenio, cada particula que forma cada celula do nosso corpo vem da explosao de estrelas ao longo da expansao do universo. Todos nos somos a mesma coisa. Somos unicos com o universo. Somos o Cosmos. E somos livres por definicao. Livres de nacionalidades, livres de racas, livres de tudo. Somos infinitos. Donos de infinitas identidades. Nada nos define em definitivo.

O momento eh este e a hora eh agora. Facamos a diferenca. Conhecamo-nos a nos mesmos. E ajudemos outras e outros a fazerem o mesmo. “Ateh o dia em que todos seremos livres”.

Podemos tudo.

O sentido da fome e da sede

Ninguem deveria passar fome ou sede. A nao ser por vontade propria.

Estou refletindo sobre isso agora e achando isso tao absurdo!

No mundo abundante que vivemos. Nao faz sentido. Nao faz sentido aceitar que pessoas passem fome. Eh desnecessario. Cada um de nos pode ajudar nem que seja uma unica pessoa.

A vontade que da eh de sair p tomar um cafe com todas as pessoas que cruzam meu caminho. De ter tempo de sobra para fazer isso. Simplesmente trocar com a outra pessoa. Conversar.

Mas ainda nao coloquei a mascara de oxigenio em mim.

Ter medo de passar fome.

Ter medo de passar sede.