Escreva, Vic. Escreva.

Comecei esse blog há alguns meses atrás porque eu estava sentindo a necessidade de me expressar. De colocar para fora meus pensamentos. Eu sou um turbilhão de ideias (pelo menos eu acho). Escrevo páginas e páginas de todos os dias. Acho que por isso ainda me mantenho no doutorado. Poruqe é um momento em que eu posso escrever . Ter ideias. Rabiscar. Mesmo que Essas idéias não vão para a frente. O processo criativo é esse. Criar. Criar. Criar. Se expressar pelo prazer/fogo interior de se expressar.

Então eu comecei, linda leve e maravilhosa. E o resultado: o negócio fluiu solto. Eu passei a escrever cada vez mais. Cada vez mais um pouco. Parar durante o trabalho para escrever virou prática comum. A questão é que eu estava sentindo que estava deixando o doutorado de lado, e a essa altura do campeonato eu não posso me dar ao luxo de fazê-lo. Estou com o cú o ponto já. rsrs

Mas aí a vida não parou. E hoje faz duas semanas que passei a compartilhar minha prática diária de meditação com as pessoas via internet. Pense numa realização pessoal? Encontrei algo que faz total sentido para mim e com o qual posso me conectar com pessoas. Ajudar e ser ajudada. É tanto carinho. 🙂

Mas a questão é que a escrita estava relegada a um espaço secundário. E ela é um pedaço importante de mim. Eu escrevo pilhas e pilhas de papel. Sempre reflito escrevendo. Colocando minhas ideias para fora por meio da escrita. Só que eu não tenho me dado o tempo para fazê-lo. Tenho vários insights… e sinto que não tenho mais porque relego à escrita e compartilhamento dessas ideias um espaço secundário no meu dia. E é foda isso porque é como se eu estivesse negando uma parte de mim. É tão lindo deixar o coração e a mente se manifestarem pelos meus dedos. Me completa. De verdade.

Então, vamos fazer um trato. A divulgação da meditação é a primeira atividade do dia. E a escrita é quando eu sentir necessidade de escrever sobre alguma coisa. E aí eu tento equilibrar doutorado com escritas. Porque é assim que eu vivo. Escrevendo, meditando e doutorando… é meu estilo de existência. E nesse processo. Nessa viagem interior eu tenho aprendido e reaprendido tanto… que quando eu não escrevo sobre isso eu sinto que estou me anulando. Sabotando meu eu interior. Sabotando meu eu criativo. Então foda-se. É isso. Vivo no agora e estou sendo feliz no agora. O amanhã eu construo no agora. Nada de viver da escassez.

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